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quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Vai se deixar dominar pelo vinho? Não vale a pena!
Na parashah de Noach, (Gn 6:8 a 11:32) temos esse grande justo, chamado Noé, mas traz também o perigo da bebida. Quem disse que para ser judeu "de verdade" precisa beber? Só os tolos dizem isso! Judaísmo é justiça, é fé, é bom exemplo... E quem se envereda pelo caminho da bebida, do alcoolismo é como aquele que sofre a pena. O profeta Oséias disse: "O vinho tira o entendimento" Veja desse perigo, não se deixe vencer por ele, pois o sábio rei Salomão disse: "Todo aquele que por eles é vencido NÃO É SÁBIO"
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Noé e o altar do holocausto!
Noé construiu um altar ao descer da arca... e você, tem construido um altar também?
Ao descer da arca, a primeira coisa que Noé fez foi construir um altar e oferecer um sacrifício ao Deus vivo. Quando você é abençoado, você tem demonstrado gratidão ao Senhor? Como?
A oferta de Noé serviu de ensino a seus filhos que devemos ser gratos ao Eterno. E a bíblia diz que o Senhor sentiu um cheiro suave (vindo da oferta de Noé)... vivamos nossa vida como um cheiro suave ao Senhor, sempre, e não deixemos de construir nossa própria adoração a Deus.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Noach e a mentirinha na arca
Desde crianças ouvimos a famosa história da Arca de Noé... todo mundo sabe que ele colocou um casal de cada espécie de animal dentro da arca, mas opa, foi um casal mesmo? Que importa isso, se foram um, dois ou sete?
Na verdade é um detalhe muito importante, foram sete casais de animais limpos; mas o que isso significa? Que já naquela época havia os animais limpos e imundos...
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Noach e a beleza do arco-íris
“O arco estará nas nuvens; vê-lo-ei e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a terra” (Gn 9:16)
A visão de um arco-íris que se forma no céu, logo após uma chuva é algo que fascina a praticamente todas as pessoas, não apenas por sua rara beleza, mas também por seus diversos simbolismos e alegorias a ele atribuídos.
O arco-íris já foi simbolo da paz, hoje é um símbolo “adotado” pelo movimento gay, aliado a coisas como a diversidade; ele também é parte de uma antiga estorinha infantil, provavelmente irlandesa, que quem encontrar seu final alcançará um pote de ouro; também há os físicos, que dizem que o arco-iris é uma ilusão de ótica, causada pela dispersão da luz do sol que em contato com as gotículas de chuva na atmosfera causa esse efeito, etc... para mim, particularmente, o arco-íris é um símbolo da generosidade divina.
O ser humano tem o péssimo costume de tentar estudar e entender os fenômenos da natureza, de certa forma, pra descredenciar ao Eterno. Por quê é tão difícil simplesmente aceitar que foi HaShem quem criou o arco-íris como uma forma de Ele e nós vermos a Sua promessa e o pacto com Noé, feito há cinco mil anos atrás?
Mas de onde vem o arco-íris? Primeiro, e principalmente, da vontade do Eterno e segundo, vamos lembrar a história:
O homem, a cada nova geração, tornava-se mais egoísta e distanciava-se da vontade divina a cada dia, e quando chegou ao limite, com a maldade se multiplicando, isso fez com que o Eterno decidisse por destruir aquela geração toda, mas tinha Noé, o justo.
Não adianta, sempre vai haver algum justo pra fazer o que é certo. E Noé foi o responsável, escolhido por Deus, para recomeçar a povoar o planeta e foi aí que o Eterno apresentou a ele (e a nós). Esse mesmo Noé teve a honra de ser o primeiro a ver o arco-íris, muito antes da bandeira LGBT, muito antes do pote de ouro, e o recebeu com a simplicidade daqueles que acreditam que o arco era apenas e tão somente um sinal da misericórdia divina.
Vivemos reclamando das dificuldades, do mundo perverso em que vivemos, e o noticiário desnuda a cada dia a realidade brutal de assassinatos, golpes, drogas, zombaria, assaltos, mas a verdade é que a bondade do Eterno continua se relevando a cada novo dia diante de nossos olhos. São os nossos olhos que estão mal treinados, e que atentam para o que é errado e não para o que é correto. Precisamos mudar o foco...
O profeta Isaías disse: “Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça. Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue, e os vossos dedos, de iniqüidade; os vossos lábios falam mentiras, e a vossa língua profere maldade. Ninguém há que clame pela justiça, ninguém que compareça em juízo pela verdade; confiam no que é nulo e andam falando mentiras; concebem o mal e dão à luz a iniqüidade” (Is 59:1-4)
Talvez seja hora de percebermos que é tempo de Tikkun Olam (restauração o mundo), tempo de estendermos a mão ao próximo, de reconheermos nossos erros e encontrarmos diante de nós a mão do Senhor estendida para nos salvar. Deixar de lado os sentimentos negativos, as tentações, a ira, a inveja, o ódio e compreendermos que são os nossos pecados (e não os pecados alheios) que nos afastam do Criador, assim como nos dias do profeta.
Se voltarmos nossos olhos para D-us, seremos capazes de percebermos toda a beleza do arco-íris, algo que vai além de um caleidoscópio colorido; seremos capazes de ver a bondade do Criador sendo revelada diante de nossos olhos.
Que D-us, em sua infinita bondade, nos permita de abrirmos nossos olhos e vermos um belo arco se formando, como um sinal de misericórdia sobre nossas vidas, e como prova de que Ele, o sagrado, não vai nos destruir, mas tornar nosso mundo e nossa vida cheia de cores e felicidade. Vá além do que seus olhos podem enxergar; enxergue com o coração e encontrarás a beleza real do arco de D-us.
*** Para este segundo ciclo de estudos da Torah, a parashah de Noach compreende os textos de Gn 8:15 a 10:32.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Lições da Unidade na Torre de Babel
Gn 11:1 - Ora, em toda a terra havia apenas uma linguagem e
uma só maneira de falar.
Depois de descerem da Arca, Noach e seus filhos repovoaram a
terra, e à medida que as famílias se multiplicavam eles iam aumentando os limites de sua
habitação.
Todos eram “irmãos” uma única nação. Ninguém se sobrepunha
sobre os demais, afinal eram uma mesma “família”.
A unidade é algo bom, importante, tanto que na sua oração,
Yeshua dizia: “Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que
sejam um, assim como nós... Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em
mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que
tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um,
como nós somos um. (Jo 17:11,21,22)
Quando somos UM, manifestamos a fé no Mashiach.
Mais tarde, quando Shaul HaShaliach já lidava com divisões
na Kehilah de Corinto, ele disse: “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso
Senhor Yeshua HaMashiach, que digais todos uma mesma coisa e que não haja entre
vós dissensões; antes, sejais unidos, em um mesmo sentido e em um mesmo
parecer.” (1 Co 1:10)
O próprio Eterno, ainda no texto de Gn 11, diz: “Eis que o
povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e,
agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.” (Gn 11:6)
Não há restrições, tudo o que um conjunto unido pretende,
ele será capaz de executar. O problema é que a união também faz a força no
sentido contrário, para o mal.
No caso dos descendentes de Noach, o mal foi a ambição por
“tornarem-se célebres”. Basta ler o texto em Gn 11:4:“Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra.”
Diz o sábio Hillel, em Pirkê Avot : “todo aquele que quer muita
celebridade, perde a que já possui.” (Avot 1:13) Quando você acha que só você
sabe fazer as coisas direito, que só você é capaz disso ou daquilo, que as
pessoas deveriam reconhecer seu mérito, tudo o que você faz deixa de ter valor,
porque o faz apenas para ser reconhecido. Ter seu nome como de alguém “célebre,
importante” não significa nada, pois o que vale é termos nosso nome inscrito no
único lugar realmente de valor: o LIVRO DA VIDA.
No texto de Shaul aos Coríntios, ele dizia: “cada um diz...
eu sou de Paulo, eu de Apolo e eu de Cefas...” pra quê isso? Porque a divisão
estava sendo causada porque alguém achava seu líder melhor, maior ou mais
importante. E ele segue: “dou graças a D-us, porque a nenhum de vós batizei.”
(1 Co 1:12-14)
Quer ver a Congregação crescer? Reconheça que todos somos
importantes, e que ninguém, absolutamente ninguém é melhor do que os outros. Até
porque, João Batista, o grande homem que batizou a Yeshua, o Mashiach, dizia:
“Convém que ele cresça e que eu diminua.” (Jo 3:30)
A união é boa, diz o salmo: “Quão bom e agradável é que os
irmãos vivam em união.”
Mas para ser boa, tem que ser por um propósito bom. Se o
propósito algum dia for fazer com que seu nome seja célebre, já perdeu seu
valor. Pense nisso!
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Noach, e a relação entre Pais e Filhos

A parashah de Noach, fala obviamente desse homem. Nela, as relações familiares pode ser abordada de maneira clara, pelos exemplos que temos. Vejamos:
1) Noé com seu pai, Lameque:
Gn 5:28-30 - E viveu Lameque cento e oitenta e dois anos e gerou um filho. E chamou o seu nome Noé, dizendo: Este nos consolará acerca de nossas obras e do trabalho de nossas mãos, por causa da terra que o SENHOR amaldiçoou. E viveu Lameque, depois que gerou a Noé, quinhentos e noventa e cinco anos e gerou filhos e filhas.
Quando Noé nasceu, seu pai havia profetizado que ele traria o descanso (significado do nome), o consolo. Enfim, Noé mudaria a história. Depois do nasicmento de Noé, Lameque viveu 595 anos. Quando veio o dilúvio, Noé tinha 600 anos (Gn 7:6) o que demonstra que seu pai não chegou a ver o dilúvio, mas Noé cumpriu o que havia sido dito sobre ele... Lameque trabalhou na educação de seu filho, para ele ser alguém que transformaria o mundo.
Isso nos leva a meditar no quanto temos feito para incutir na cabeça de nossos filhos o desejo de transformar, de ser melhor, de não se acomodar às pessoas do mundo. Demorou 600 anos, mas se cumpriu o sonho de um pai.
A atitude de Lameque fez de Noé um varão justo (Gn 6:9)
2) Noé com seus filhos: Sem, Cam e Jafé:
Seus filhos nasceram com a terra já corrompida (Gn 6:10-12) Então o Eterno dá inicio ao plano de restauração e limpeza da terra, em preservas as espécies. E Noé começa a trabalhar com seus filhos na arca. Coloque seus filhos junto a ti no serviço do Eterno. Eles precisam estar juntos, aprender a rezar, e a fazer os serviços; caso contrário quem os ensinará?
A família toda entra na arca e lá passa um ano, convivendo sem poder sair... e unidos, eles descem da arca.
Ao descer, Noé dá uma lição aos seus filhos... qual é?
Gn 8:20,21 - E edificou Noé um altar ao SENHOR; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos sobre o altar. E o SENHOR cheirou o suave cheiro e disse o SENHOR em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem, porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice; nem tornarei mais a ferir todo vivente, como fiz.
Quantas pessoas lembram antes de tudo de agradecer ao Eterno? Quem em sã consciência, sacrificaria animais limpos, sendo que só haviam 7 de cada espécie? Noé, o exemplo.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Noach, o diferente

Noach foi um personagem singular no relato bíblico. Literalmente único, em sua geração, justo, integro e que andava com Deus. Isso é o que relatam os primeiros versículos da parasha dessa semana (Gn 6:9 a Gn 11:32).
Em Gênesis 6:12 lemos: “Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido seu caminho na terra.”
A corrupção do homem é como um caminho sem fim... um se corrompeu, e a partir daí corrompeu o próximo, que foi corrompendo até que todos haviam se desviado do caminho original que seguiriam na vida. Será que dá pra mudar? Porque Noach conseguiu resistir a isso?
Porque Noé não se importava em ser igual aos demais homens. Ele tinha sua própria concepção das coisas, sua personalidade não era volúvel, não se moldava de acordo com os parâmetros dos demais homens. Seu discernimento de certo e errado não passava pela opinião dos demais homens.
Quando fazemos a cerimônia da havdalah dizemos: “Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, que fazes separar o santo do profano, Israel dos demais povos...” Ao pronunciarmos tais palavras, expressamos a necessidade de ser DIFERENTE dos demais povos.
Em Rm 12:2, Shaul HaShaliach nos diz que não devemos nos conformar (andar conforme) as nações neste século. Tá, tudo bem! Devemos ser diferentes, mas diferentes em que? Físico? Aparência? Roupas? Comportamento?
Quando falamos de corrupção, basta olharmos e vemos que crianças desrespeitam pais, professores, líderes, etc. e nossa diferença está em educarmos nossos filhos no sentido contrário (não conforme) do mundo. Aprenderem a respeitar, honrar os mais velhos, serem educados.
Quando todo mundo procura tirar vantagem de toda e qualquer situação, se aproveitando do próximo, nossa diferença está em nos preocuparmos com o próximo, considerando aos outros superiores a nós mesmos (Fp 2:3). Se prejudicarmos alguém, nossa preocupação deve estar em ressarcir o prejuízo, não em se aproveitar.
Noach nos ensinou que, mesmo membros isolados podem ser diferentes dos demais. Ele, sozinho, optou por não se corromper e por SER DIFERENTE DOS DEMAIS HOMENS. É possível seguirmos seu exemplo de integridade, justiça e andar com Deus. E ele foi digno de Deus falar com ele, quem sabe possamos um dia ouvirmos a voz de Deus também. Por mais difícil que nos possa parecer, sejamos diferentes!
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